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porFernando Pinheiro

As 6 fases da independência financeira

As seis fases de independência financeira nos ajuda a fazer um autodiagnóstico, baseado na premissa de que as grandes mudanças em nossas vidas se dão a partir do reconhecimento da mudança de um trajeto que estamos seguindo.

Os seis passos da independência financeira vão desde uma pessoa sem nenhum tipo de renda, como desempregados e estudantes, até aqueles que se dão ao luxo de comprar coisas desnecessárias. Verifica abaixo cada tipo e motive-se a subir um nível, caso queira. Alguns autores mudam a quantidade de fases desta liberdade, outros dão nomes diferentes, no entanto, em sua essência, essas fases descritas ou etapas são diferentes níveis de capacidade financeira, da escassez à abundância.

FASE 00- DEPENDÊNCIA: Seu estilo de vida depende de outras pessoas para obter apoio financeiro. Você está nesse estágio se seus pais ainda lhe derem dinheiro. Você está nesse estágio se gastar mais do que ganha. Você está nesse estágio se seus pagamentos de dívida excederem sua renda. 

FASE 1 – SOLVÊNCIA: Você pode cumprir seus compromissos financeiros sem ajuda externa. Você atinge esse estágio quando começa a obter um “lucro”, quando sua renda excede suas despesas. Você está usando o excedente para pagar dívidas e cumprir obrigações financeiras imediatas. 

FASE 2 – ESTABILIDADE: Você não tem mais dívidas ruins. Você pagou seus cartões de crédito, empréstimos para automóveis e assim por diante. Você ainda pode ter algumas “boas dívidas” – empréstimos para a faculdade, hipotecas – mas eliminou outras obrigações e construiu um buffer de economia de emergência para se proteger de eventos infelizes. 

FASE 3 – AGÊNCIA: Você tem a liberdade de viver e trabalhar como quiser. Você eliminou toda a dívida, incluindo empréstimos estudantis e hipotecas (ou você tem o dinheiro para fazer isso, se quiser). Você já depositou o suficiente para poder sair do emprego a qualquer momento e não sentir trepidação pelo futuro.

ETAPA 4 – SEGURANÇA: A sua receita de investimento cobre suas necessidades básicas. O dinheiro que você economizou e investiu financia moradias simples, alimentos básicos, roupas essenciais e seguros – mesmo se você nunca trabalhou mais um dia na sua vida.

ETAPA 5 – INDEPENDÊNCIA: A sua receita de investimento suporta seu padrão de vida atual. O dinheiro que você economizou e investiu permitirá que você viva como você vive hoje … até o dia em que você morre. Abrange o básico e o conforto de seus dependentes, se tiver criaturas. Você tem o suficiente. 

FASE 6 – ABUNDÂNCIA: Você tem o suficiente, e algo mais. Sua renda passiva de todas as fontes não apenas financiará seu estilo de vida para sempre, mas também lhe dará a liberdade de fazer o que escolher: entrar no luxo, construir um império comercial, explorar o mundo.

Espero que tenham gostado da postagem, como podem ver, as tarefas parecem simples e são, mas não são fáceis de seguir e dependem de vários fatores como renda, capacidade de poupança e quantia de juros que o dinheiro poupado faz anualmente. Para permitir que esta evolução aconteça, sem um orçamento doméstico, muito difícil ou até mesmo impossível para aqueles que querem formar sua própria fortuna aconteça, mesmo que ganhe 10X mais que a média da população. Para isso, acesse também minha postagem sobre orçamento doméstico, até mais.

Texto adaptado de moneyboss.com

porFernando Pinheiro

Como sair das dívidas

Por esse pequeno tutorial, saiba como sair das dívidas de maneira organizada e sem estresse. Conheça alternativas de quitar dívidas com até 90% de desconto!

Fazer dívidas é algo normal para qualquer pessoa que esteja economicamente ativa, trabalhando, até porque, de maneira ideal, que seria pagar todos os itens à vista, seja qual for o tamanho do bem ou serviço a adquirir, é uma proeza de poucos, dada a destreza emocional, inteligência matemática para mensurar os custos de cada conquista e paciência para aguardar o momento da aquisição.

Descartando a bela porém remota hipótese para a maioria dos brasileiros de adquirir à vista os objetos e experiências de consumo, a maneira mais inteligente de sair das dívidas, ao meu ver, é:

1 – reconhecer o erro, isto é conscientizar-se das más escolhas

2 – tomar decisões para minimizar ou estancar os custos a fim de não aumentar o prejuízo

3 – energicamente, procurar alternativas para ganhar mais ou pagar/sanar as dívidas o mais rápido possível a fim de abrir espaço para retomada da qualidade de vida, a fim de não prejudicar o orçamento familiar ou da empresa.

Quanto ao primeiro quesito, vamos dar um print em uma notícia que reflete um quadro ruim da população brasileira e que, infelizmente, não tem trazido resultados satisfatórios nos últimos anos:

Embora na reportagem afirme que 40% dos adultos estão inadimplentes, perceba que os adultos, por si só, não estão economicamente ativos, uma vez que apenas crescer não significa emprego garantido, segundo o IBGE (2018) e IPEA Data, são aproximadamente R$100.000.000 (cem milhões) de brasileiros economicamente ativos, já considerando aqueles com e sem carteira assinada, isto é, trabalhadores formais e não formais, desta forma, este número demonstra que contamos com mais de 60% dos trabalhadores inadimplentes! é um número realmente alto.

Portanto, se você está endividado, não está sozinho, basta pensar e tomar atitudes diferentes, para mudar o rumo, assim, chegamos no segundo tópico que trata sobre minimizar ou estancar os custos, lembrando que esta medida está totalmente ao seu alcance, não necessitando uma autorização especial de alguém.

Para esse passo, torna-se essencial ter em mãos uma planilha de orçamento doméstico, a fim de saber exatamente onde se gasta, quanto se gasta, quanto se ganha e como estas rendas entram no seu orçamento. Para isso, montei gratuitamente uma planilha, a qual você pode conferir online ou fazer o download em seu computador. Esta planilha está hospedada no Google e, para fazer download dela, ao acessá-la, basta clicar no menu arquivo, download: http://bit.ly/2rnHgBO.

Por último, de forma simplificada, em relação ao 3º passo de como sair das dívidas, já sabendo que quando uma pessoa está endividada, geralmente seu maior problema se trata de produtos bancários como financiamentos, leasing, empréstimos diversos, CDC, o melhor a se fazer é conversar com o gerente do banco, o qual tem autonomia de juntar todos os contratos, por exemplo, no caso de mais de um tipo de produto bancário e colocar em um só. Este pode também estender a dívida, a qual certamente irá sair mais caro para a pessoa, no longo prazo, no entanto, alivia no curto prazo, dando folga para o orçamento, enfim, neste ponto a própria família deve pesar a melhor alternativa, que cabe no bolso.

Outra alternativa é participar de feirões, online ou presenciais, para quitação de contas para aqueles que já estão inadimplentes, como aqueles promovidos pelo consumidorpositivo.com.br ou outra agência do gênero, como o Serasa Consumidor.

Espero que tenha ajudado,

Até mais.