Resenha do livro A ciência para ficar rico – parte 01

porFernando Pinheiro

Resenha do livro A ciência para ficar rico – parte 019 min read

A ciência para ficar rico se trata de um livro considerado best seller, publicado por Wallace D. Walltes,  para aqueles que desejam encontrar os princípios e estratégias para alcançar a riqueza, inspirou o filme do segredo que conquistou milhões de famílias ao redor do globo, em 2006.

Atenção: a resenha não é um resumo, isto é, não representa uma cópia ou análise fiel da obra referenciada, são apenas comentários e observações do livro, caso queira adquirir a obra na íntegra, clicar neste link: e-book da amazon

Ouça o áudio aqui:

 

O livro começa afirmando que todos temos o direito nato de sermos ricos, afirma que uma pessoa normal pode e deve se tornar rica, pois a pobreza é um fator limitante de tudo aquilo que a pessoa pode se tornar.

Ressalta que toda pessoa têm a capacidade de se doar e dar o melhor de si, de deixar um legado no mundo e, estas capacidades ou possibilidades são ampliadas pela riqueza, é certo que cada um já conseguiu presenciar quão triste são as pessoa que negam seu direito nato de se tornarem ricas, apresentando limitações diversas.

Alega que a sociedade foi organizada de tal modo que, possuir as ferramentas que dão possibilidade de nos tornarmos aquilo que podemos ser, obriga a pessoa ser rica para que tenha acesso a essas ferramentas.

Ressalta ainda que é verdade que temos três camadas ou corpos para gerenciar entre os quais um corpo, uma mente e um espírito e que cada qual têm seu determinado valor de igual maneira. Negar o espírito e cuidar somente do corpo e do intelecto é indigno do Ser humano, assim como negar o corpo, o intelecto e pensar somente no espírito também deixará a pessoa com limitações na terra, impedindo-a de se tornar ou de expressar o seu pleno potencial.

Com isso, o livro ensinará a se tornar rico, equilibrando os cuidados do corpo, mente e espírito na medida em que, se tornando rico, possa contribuir e ajudar a humanidade com todas as possibilidades.

No segundo capítulo, apresenta fatos que mostram que ser rico não depende de morar em uma determinada cidade, Estado ou País, logicamente o local pode favorecer esta condição de riqueza, mas se fosse um fator determinante não haveria pobres e ricos em cada cidade, sendo vizinhos.

Também afirma que não é determinada profissão ou ramo de negócios que determina a riqueza, mostrando que há pessoas do mesmo ramo que enriquecem e outras que vão à falência. Certo é que não se pode se tornar rico em um deserto, pois há a necessidade de negociar com diferentes pessoas para que a riqueza possa ser alcançada.

Diz que não é a falta de capital que determina se uma pessoa vai ficar ou não rica, o capital fará parte do sucesso, dependendo da maneira que a pessoa conduzirá um determinado negócio, até porque aqueles que têm acesso a capital já estão ricos.

Também a posição da pessoa, não importa se é um simples trabalhador do campo, um operário ou outra posição de menor escala ou importância que determina se alcançará a riqueza, na verdade, há mais milionários de primeira viagem, sendo os primeiros na família ocorrendo na atualidade do que em qualquer outra época da humanidade.

Portanto, não importa onde mora, profissão, se têm ou não capital, qual posição ocupa, se de líder ou subordinado, irá depender sim, da maneira ou modo como se faz as coisas para que a riqueza venha a seu encontro.

É certo que a riqueza passa de mãos em mãos por merecimento, e que ela ocorre de maneira acentuada em determinadas áreas em certas épocas mais do que em outras áreas em outras épocas, é como uma onda ou rio, onde a pessoa deve se adaptar a surfar neste onda no momento e local onde ela ocorre a fim de obter a riqueza. Negar esta possibilidade será como nadar contra uma correnteza, prejudicando a pessoa se não aproveitar a oportunidade.

Avançando para o capítulo quatro, após esclarecer que depende da forma ou da maneira que a pessoa faz as coisas que determina se uma pessoa vai ficar rica ou não, o autor dá, finalmente, os vestígios da forma pela qual devemos atuar:

É a forma de pensar que determina se ficaremos ricou não!

Essa forma de pensar deve ser firme, inabalável, convicta, sem titubear.

Indica que há uma matéria amorfa, isto é, sem forma, mas inteligente, criativa, que procura constantemente se manifestar na criação, é uma expressão divina esta forma, na medida em que ela quer se eternizar e se manter no universo.

A matéria amorfa têm a característica de tomar forma ou concretizar-se na matéria, no entanto, originalmente, quando no pensamento, ela se forma primeiro no mundo que podemos chamar mundo fino, ou na matéria fina, para, a partir de lá, vir a concretizar-se na matéria grosseira.

Trata-se de uma imensa responsabilidade para as pessoas pois, é uma lei universal a qual trata disso!

A maneira de pensar a qual o autor afirma nada mais é do que a consciência de que a realização na matéria, daquilo que se pensa, seja uma casa, um carro, uma viagem um filho, um estado de espírito, um casamento, primeiramente se deve ter a certeza de que “está a caminho” pelo simples fato de pensar sobre ele, alguns autores que atuam na área do desenvolvimento pessoal, riqueza e prosperidade, ao estudar esta lei por anos, afirmam que pensaram em cada detalhe de sua expansão, seja nos negócios, na família ou nos relacionamentos, tendo a certeza de que estes concretizar-se-iam!

Esta maneira de pensar, segundo o autor, é muito difícil, pois boa parte das pessoas têm preguiça de pensar, sendo simplesmente empurradas de um lado para outro da vida, seguindo o mundo das aparências, que exerce uma influência fortíssima, sim, como única realidade para as pessoas!

Portanto, conclui-se que a meta de uma ideia, de um desejo, seja um casamento, um carro, uma viagem, filhos ou o exercício de uma determinada profissão exige esforço, determinação, criatividade e foco!.

Esta maneira de pensar, portanto, não é tão fácil de se conseguir, colaborando com este pensamento, podemos incluir o livro de Paramahansa Yogananda, da autobiografia de um Yogue o qual afirma que o mundo é uma grande ilusão, no sentido de que este é o mundo manifestado, mas que o verdadeiro mundo, virgem, onde todas as possibilidades estão preparadas, pode cada ser humano ter acesso e gerá-lo, por meio do foco.

Interessante a anotação que o autor faz que há mais riqueza no mundo do que podemos imaginar, afirma que cada pessoa nos Estados Unidos ou Brasil, poderia se vestir com as roupas mais bonitas que o rei Salomão teria visto na época mais bela e rica de sua existência, se a humanidade soubesse e tivesse a coragem e determinação de utilizar este recurso.

A matéria amorfa a qual o autor usa, também chamada de massa sem forma ou éter, sempre procurando forma de expressão é gerada ou tecida continuamente no universo, como fonte inesgotável de riqueza e prosperidade pela própria natureza.

Todos os elementos naturais como as pedras preciosas, ouro, prata são formados por essa energia amorfa inteligente que procura expansão e continuação da vida pela eternidade.

Todos os planetas foram formados e são continuados por um pensamento inteligente que se existe nesta matéria fina e pode mudar as formas já existentes ou continuá-las.

O grande poder que o Ser humano têm nas mãos é de imprimir seu pensamento, seu desejo nesta matéria amorfa, que é inteligente, e dar continuidade à vida, podendo materializar, portanto, esse pensamento na matéria por ser uma expressão, ela mesma deste pensamento.

O autor nos adverte sobre a maneira correta de agir e pensar:

  • Não se pode, no caminho da prosperidade, agir com sentimento de competição, no sentido que, caso não fizer ou fizer algo alguém passará na frente, pois isso é uma restrição no pensar.
  • Não se pode, já tendo em vista a realização do poder da impressão dos desejos na matéria, adquirir ambição demasiada, pois ela acaba por cegar a pessoa, ultrapassando a intenção da prosperidade e abundância, passando a incluir interesses e desejos que estão além dos limites e capacidade de cada um;
  • Não se pode permanecer na riqueza, querendo tomar aquilo que é de outras pessoas para si, a caraterística divina da riqueza é que todos possam crescer, não na mesma velocidade ou com os mesmos recursos, mas que cada um tenha a oportunidade de aprender e crescer na vastidão ilimitada da riqueza
  • Complementarmente, a prosperidade, quando alcançada, é fruto do todo, é e será sua sem precisar tomar nada de ninguém, foi gerada pela abundância ilimitada divina, portanto aceite-a, peça por mais, busque mais, você não estará incorrendo em crime ou algo errado;
  • Não se deixe enganar por crenças limitantes, por filosofias e crendices as quais afirmam que é necessária a pobreza e sofrimento, como se Deus já tivesse feito tudo o que poderia ser feito e coubesse a você aceitar e se virar com o que têm, não! essa crença é falsa e não se adequa as leis Divinas.
  • Não se deve imaginar que esta maneira correta de fazer as coisas, imprimindo-as na matéria amorfa, pelo simples fato do pensar deve ser suficiente, não! ela exige que nossas mãos sejam as executoras, que sejamos a fábrica que expede as obras planejadas pelo pensamento, Continua>>>créditos da imagem: Image by Dean Moriarty from Pixabay

Sobre o Autor

Fernando Pinheiro administrator

Fernando Pinheiro é formado em Administração de Empresas com especialização em Gestão Empresarial. Professor convidado em várias Universidades do Noroeste e Norte do Paraná, montou este blogue sobre Finanças e Investimentos para ajudar a você se tornar mais próspero.

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