Resenha O homen mais Rico da Babilônia – parte 01

porFernando Pinheiro

Resenha O homen mais Rico da Babilônia – parte 014 min read

Atenção: a resenha não é um resumo, isto é, não representa uma cópia ou análise fiel da obra referenciada, são apenas comentários e observações do livro, caso queira adquirir a obra na íntegra, clicar neste link: e-book da amazon

O autor justifica o uso do título do livro comentando que a Babilônia, há milênios de anos atrás era um dos locais mais ricos do planeta, exibindo opulência e fartura para seus habitantes.

Mostra que, entre os principais objetivos do livro é fazer com que as carteiras de seus leitores fiquem cheias, como alternativa para fugir da pobreza e fracassos atrelados a esta condição.

Lembra que a maioria das pessoas considera um dos melhores “termômetros” do sucesso de um indivíduo, a quantidade de dinheiro que este pôde acumular ou fazer render.

O livro mostra, no início, a conversa de dois amigos, os quais estão sofrendo com a falta de dinheiro, um, ao pedir dinheiro para o outro, têm uma resposta negativa, pois haveria de ser rico se tivesse ao menos dois tostões.

No decorrer da história, percebe-se que um era músico e outro construtor de carruagens, comentam sobre sua pobreza, da falta de recursos e admiram as pessoas abastadas da época, de suas viagens, suas roupas, do consumo de iguarias, de como eles deixam suas esposas bonitas e vigorosas e acabam desejando fortemente tal experiência para eles próprios.

Comentam que, dentro da área a qual se dedicaram por muitas décadas, seja a de música ou a de construir carruagens, se deram bem, pois estavam focalizados em tal atividade, agora, disseram eles, “devemos focalizar nossa atenção em ganhar dividendos, ganhar renda que possa fluir para nossas bolsas continuamente, para ficar como a de Arcad, diga-se de passagem que era amigo de infância dos dois, mas que se tornara o homem mais rico da Babilônia”.

Estavam dispostos a aprender com ele, pois, ao mesmo tempo que este era rico, era um homem de boa educação e bom coração, não deixando de ensiná-los como a obter prosperidade.

Numa certa altura, um dos trabalhadores mantém uma transação, um serviço com um homem idoso, porém rico, procurado para que emprestasse dinheiro a terceiros, ou seja, um banqueiro dos tempos antigos. Nesta transação, o pobre trabalhador faz uma proposta: iria trabalhar a noite toda em um projeto para o rico comerciante sem cobrar nenhuma moeda, apenas se compartilhasse um dos seus segredos os quais o fizeram rico. Sem demora, este lhe responde que, por muitos anos, desenvolvera o hábito de poupar, sistematicamente, uma parte dos seus rendimentos para não gastar, somente com a finalidade de acumulação.

O homem sábio diz que cada centavo economizado é como um soldado a trabalhar para sua riqueza, deve economizar ao menos 10% de toda a renda acumulada. Se puder economize mais, mas deve fazer todas as outras obrigações como pagar suas dívidas, comer, fazer doações e dar aos Deuses.

Com as economias em reserva, ficou tentado em comprar, objetos, perfumes e iguarias, soube resfriar seus impulsos e realmente poupou 10% de toda a renda adquirida.

Após 1 ano, o mestre voltou e perguntou o que o pupilo tinha feito com as economias realizadas, este disse que tinha dado para o Oleiro, Azmu, o qual iria comprar jóias. O mestre respondeu, antecipadamente que este teria perdido o dinheiro, pois deu o dinheiro para uma pessoa que não tinha experiência no ramo.

Se quer saber de pão, pergunte a um padeiro, se quer saber de estrelas, pergunte a um astrólogo etc, e ele tinha dado dinheiro para comprar e revender joias a uma pessoa da área de olaria.

Doze meses se passaram e Algamish perguntou novamente o que o seu pupilo tinha feito com o dinheiro, mais experiente, o pupilo disse que tinha dado a um escudeiro, ou seja, um fazedor de escudos, dinheiro para compra de Bronze, para que este forjasse seus materiais, e o acordo era que, de 4 em 4 meses, ele lhe pagasse uma porcentagem sobre os escudos que houvesse construído e com as sobras teria dado uma festa e comprado um nobre tecido.

Algamish disse que este tinha feito novamente um erro, pois tinha gastado o seu dinheiro com festas e iguarias, ensinara a ele que primeiramente construísse um exército de soldados à sua liberdade financeira, para depois usufruir as benéficas das regalias a isso inerentes. Continua>>>

Sobre o Autor

Fernando Pinheiro administrator

Fernando Pinheiro é formado em Administração de Empresas com especialização em Gestão Empresarial. Professor convidado em várias Universidades do Noroeste e Norte do Paraná, montou este blogue sobre Finanças e Investimentos para ajudar a você se tornar mais próspero.