Resenha O homen mais Rico da Babilônia – parte 02

porFernando Pinheiro

Resenha O homen mais Rico da Babilônia – parte 024 min read

Atenção: a resenha não é um resumo, isto é, não representa uma cópia ou análise fiel da obra referenciada, são apenas comentários e observações do livro, caso queira adquirir a obra na íntegra, clicar neste link: e-book da amazon.

Depois de 2 anos, o mestre volta mais uma vez e pergunta o que o discípulo tinha feito então com os rendimentos que houvera ganhado. Este lhe respondeu que havia formado rendimentos com diversos especialistas, que o mais rentável era com o fabricante de tijolos, que lhe pagava ocasionalmente suas comissões, que desenvolvera sabiamente o hábito de poupar. Seu mestre com um cansado, mas sorridente olhar lhe parabenizou por 3 hábitos importantes:

  • Viver abaixo de suas rendas

  • Aplicar dinheiro com quem realmente sabe do que está fazendo

  • Utilizar as rendas adquiridas para construir ativos e renda perpétua.

Esta história fora contada por Arcad, que contou como havia juntado sua riqueza a um grupo de amigos.

Uns disseram que que havia sido sorte, sorte esta que refutara terminantemente ao dizer que houvera treinado por 4 anos seguidos o hábito de poupar que Alzmir reconhecesse nele não apenas um trabalhador fiel para cuidar de suas terras, mas um sócio, pois os filhos deste só pensavam em gastar e usufruir o dinheiro de forma irresponsável.

Outro disse que ele tinha sido sortudo por haver ter possibilidade de viajar longe para acompanhar seu mestre, o que ele refutara que só foi possível pela construção de um hábito diário de poupar para reconhecer e aproveitar as oportunidades quando essas aparecessem.

Para finalizar esta primeira parte, Arcad, numa palestra, com palavras sábias, reforça para o grupo de amigos que devem religiosamente separar 10% ou também chamado não menos que 1 décimo de sua renda para si mesmo, ou seja, para depósito em suas próprias economias e investir sabiamente, em algo que maximize a relação de alta rentabilidade com segurança, bem como havia os alertado de não serem muquiranas, de viverem apenas para o dinheiro, mas que este contribuísse à beleza e magnificência da vida, ou seja, que eles compartilhassem com os seus as graças da prosperidade, pois a vida é para ser vivida. O dinheiro deve trabalhar como escravo para eles e não o contrário.

Do grupo de ouvintes que escutava Arcad, formara-se praticamente 3 seções distintas, os dos zombadores, que achavam que não era necessário ou inacreditável que um rico realmente estivesse compartilhando seu sucesso financeiro, outro grupo que por falta de inteligência e perspicácia simplesmente não havia entendido o que o mestre havia falado, ficando com cara de bobos, sem entender e finalmente um terceiro e último grupo dos realmente afortunados, aqueles que compreenderam o sentido de suas palavras e se empenharam, definitiva e inexoravelmente a aprender as leis que regem o funcionamento da prata e do ouro, voltando a encontrar Arcad em outros momentos para compartilhar os progressos que haviam tido com seus conselhos.

Capítulo 02 – As 7 soluções para a falta de dinheiro

A prosperidade da babilônia se deu pela inteligência financeira de seus conterrâneos.

Certa vez chegado de uma grande viagem o rei, ao passar pelo povo e tendo notícias dele, soube que a população, em grande parte, estava vivendo com poucos rendimentos, pobre, em condições precárias economicamente, então o rei perguntou, “mas acabei de injetar milhares de liras em moeda na população, dando emprego para milhares de trabalhadores na construção de pontes e viadutos para a melhoria da qualidade de vida do meu povo”, então o súdito do rei explicou: esse dinheiro rapidamente escoou das mão do povo e foi para aqueles que sabem atrair e reter o dinheiro em suas mãos, o leite escorrera rapidamente das mãos dos pobres vindo qual ímã na mão daqueles que conhecem as leis da prata.

Nas mãos de quem? cita-me o nome de algum ou dos poucos que têm a sabedoria de fazer com que o dinheiro gere dinheiro, disse o rei, então o Arcad, um senhor de mais de 70 anos fora convidado a ministrar cursos, juntamente com discípulos, sobre a administração do erário, a fim de conscientizar a população de como o fazê-lo.

Na primeira lição, guarde 10% de toda a sua renda o homem mais rico da Babilônia disse que é dever de cada estudante o….continua>>>

Sobre o Autor

Fernando Pinheiro administrator

Fernando Pinheiro é formado em Administração de Empresas com especialização em Gestão Empresarial. Professor convidado em várias Universidades do Noroeste e Norte do Paraná, montou este blogue sobre Finanças e Investimentos para ajudar a você se tornar mais próspero.