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porFernando Pinheiro

Resenha do Livro O investidor Inteligente – parte 01

Atenção: a resenha não é um resumo, isto é, não representa uma cópia ou análise fiel da obra referenciada, são apenas comentários e observações do livro, caso queira adquirir a obra na íntegra, clicar neste link: e-book da amazon.

Livro O Investidor InteligenteBenjamin comenta aos investidores colocar ao menos 20% da carteira de ativos em títulos…segundo Ben, independente da situação do mercado.

Indica aplicar 100% em ações somente se tiver 01 ano de poupança bem segura (reserva de emergência) e somente se já passou por crise econômica, pois as próximas estão a vir, inevitavelmente, como aconteceu no ano 2000 e 2008/2009, qual será a próxima?

Indica periodicamente, por exemplo a cada 6 meses, ou 1 ano, rebalancear a carteira, de acordo com o perfil do investidor, se agressiva 80% ações, 20% títulos, por exemplo, é natural que a porcentagem da carteira composta de ações, aumente em termos de valor de maneira mais rápida do que a parte da carteira composta de títulos públicos, sendo assim, rebalancear a carteira nada mais é do que vender algumas ações para comprar títulos, a fim de “voltar” a porcentagem 80/20, para aqueles considerados arrojados. Assim como outros autores, afirma ter um mínimo de 10 ações, no máximo 30, mostrando, com isso, que não há necessidade de possuir várias dezenas de ações, mas sim, em vez disso, especializar-se nos mercados os quais está aplicando.

Outros critérios que a empresa seja grande, forte às crises e que pague dividendos constantes, além de lucros sucessivos…

Investimentos mensais, ainda que fixos, são convalidados, por pesquisas realizadas por mais de 20 anos, como melhor estratégia de investimentos, longo prazo.

Interessante comentário do autor ao afirmar que uma empresa conservadora é aquela onde a metade de seu capital é próprio como máquinas, equipamentos, frota e liquidez, outra metade é de investimento de terceiros, por via das ações…isso se explica no fato de que, se precisar, ela vende tudo e consegue pagar credores..a menos que sejam empresas estatais, que conseguem imprimir dinheiro, o capital próprio seria de 30% para cima.

No livro o autor recomenda colocar grana em empresas com valor acima de 50 milhões, isto é, empresas cujo capital seja expressivo, com diminutas possibilidades de falência, devemos lembrar que, devido a inflação ocorrida da data da publicação do livro até os dias de hoje, estes valores devem ser corrigidos, este valor, nos dias de hoje, corrigidos, para a realidade brasileira, se multiplicou em aproximadamente 10x, sendo interessante aplicar em empresas com capital a partir de R$500.000.000,00 – quinhentos milhões de reais.

No livro ainda coloca aquelas que o ocupam posição no mercado ou seja que fazem parte das maiores, pegue as 100 maiores ela deve estar entre as 30 primeiras. Autor critica comprar ações de uma empresa somente porque a conhece, mas sim deve se analisá-la contabilmente.

sites para compra de ações americanas:

●Share builder – https://www.fnb.co.za

●Foliofn – https://www.folioinvesting.com

Nos EUA, é permitido comprar ações diretamente de empresas, sem precisar de corretoras.

Dripcentral – https://www.dripcentral.com/

Uma estratégia boa recomendada no livro, para investidores defensivos, é possuir em vez de 1, três tipos de Etf’s: uma da Standard and Poor’s (500 maiores companhias dos EUA) Etf, outra de títulos públicos e Etfs de ações estrangeiras, por exemplo América latina – Brasil.

Assim quando perde em um, ganha em outro, qualquer setor que cair, o outro compensa, chamado piloto automático de investimento, desde que aplicado sistematicamente, ao longo dos anos.

“As negociações realizadas em um mesmo dia, Day trades, são uma das melhores armas já inventadas para cometer suicídio financeiro”

Graham recomenda, não comprar IPO’s pois não há dados, em geral para comprá-la. Na maioria das vezes somente um pequeno grupo de pessoas, bancos e empresas privadas a compram antes de vir ao mercado, poucos dias ou horas depois seu preço é vendido estratosfericamente…semanas ou meses depois, assim que investidores iniciais se desfazem das ações, ela despenca, pois há possibilidade de não possuir valor real, ainda não há geração de renda/caixa, capital ou estrutura para pagar todos os credores e investidores, assim, a ação vai para o buraco.

O autor recomenda a compra de ações de empresas grandes, não pequenas, desde que estas estejam subvalorizadas, desprezadas ou impopulares, numa trajetória de buy and hold de 1 a 5 anos e depois vender…em vez de comprar de empresas que estão no topo, na euforia, cuja escala ou vida útil tenderá a se manter e depois cair.

Uma forma de identificar se uma empresa está com preço baixo, contabilmente é: verificar se seu preço baixo não se dá por uma notícia isolada…que não reflete o ganho/ lucro real da companhia e também se o preço da ação ordinária está menor do que o capital de giro liquido após a dedução de todos os impostos.

O autor cita ao menos 5 motivos para comprar ações de grandes empresas as quais estão subvalorizadas:

1- retorno de dividendos é alto;

2- os lucros reinvestidos farão diferença longo prazo;

3- se o mercado for altista, será generoso com aquelas mal valorizadas;

4- os preços tendem a se ajustar mesmo num mercado instável;

5- ainda que haja resultados decepcionantes, pode haver mudança de diretoria e gestão, o que muitas vezes aumenta o valor das ações;

Não compre ações baratas por estarem com pedidos judiciais de falência.

Interessante que o autor proíbe os investidores comprarem obrigações estrangeiras…sendo essas, por exemplo títulos do tesouro direto..ou do tesouro da Argentina a qual, efetivamente apresenta risco muito alto

O foco deve ser para o perfil investidor defensivo: segurança, simplicidade de escolha e promessa de resultados satisfatórios.

O livro comenta de estar atento ao momento de vender a ação quando estiver supervalorizada, guardar o lucro em títulos e; quando o valor voltar a baixar, comprar as ações novamente.

Não compre ações cuja proporção preço/lucro seja maior que 25 a 30 vezes. lembrando que a relação P/L significa preço/ lucro…

Para saber tal relação você deve ter anotado o total do lucro da empresa dividido pelo total de ações emitidas…assim saberá quanto vale, baseado no lucro cada ação…divida este dado pelo preço pago na ação.

Em relação as quedas e altas do mercado o autor apresenta “O Sr. Mercado” – podendo ser entendido aqui como a grande massa. Continua>>>

porFernando Pinheiro

Resenha do livro Guia do Pai Rico: O negócio do sec. XXI – Parte 03

Atenção: a resenha não é um resumo, isto é, não representa uma cópia ou representação fiel da obra referenciada, são apenas comentários e observações do livro, caso queira adquirir a obra na íntegra, clicar neste link: e-book da amazon.

Ouça o áudio do livro aqui:

[…] PARTE 02 -Oito ativos construtores de riqueza

O marketing de rede é um modelo de negócio que chama a atenção porque ajuda o empresário a criar o sucesso para as outras pessoas também.

Logo após, por meio de entrevista, Robert passa a conversar com um amigo John, que o explica o que é marketing de rede..é um sistema onde, em vez de uma grande empresa investir em propaganda e publicidade, dá o retorno financeiro diretamente para aquele que está entusiasmado em vender o produto..pulei algumas partes, pois nunca me desenvolvi nesta área, quem sabe um dia posso voltar a ela..pense em Jequiti, Avon, e outras empresas de produtos de beleza, academia, perfumes, os quais trabalham com um sistema parecido com uma franquia, de revenda de produtos que pagam boas comissões, exigindo tempo, energia em especial para visitas e palestras cujo objetivo final será a venda destes produtos.

Educação do mundo empresarial real

Mesmo sabendo que o marketing de rede pode ser um caminho para a liberdade financeira, mesmo sabendo que este tipo de negócio têm produtos excelentes, ainda assim, o maior destaque se deve à compreensão que este modelo de business permite captar sobre o modo de funcionamento de um negócio no mundo real.

Assim, o autor revela três tipos de educação necessárias para obter sucesso no mundo dos negócios:

Educação acadêmica: ensina a ler, escrever e fazer contas, é importante? sim, mas não um requisito para o sucesso, uma vez que o próprio Kiyosaki afirma que era um estudante nota C, quando se dedicava aos estudos acadêmicos. Hoje é um leitor inveterado, porém lento.

Educação profissional: tipo de dimensão que o ensina a trabalhar para alguém ou para si mesmo, mantendo-o no quadrante de empregado ou autônomo. O autor afirma que também não se deu bem nestes pontos, não conseguindo sequer fazer reservas financeiras.

Educação financeira: é o tipo de educação que o pai rico de Kiyosaki o ensinou a ser, insistiu que ele poderia abandonar o MBA que estava prestes a fazer e se dedicar naquilo que os ricos se destinam a fazer – aprender como funcionam as leis do dinheiro, no sentido de treiná-lo como fazer o dinheiro trabalhar para você e não ao contrário.

Dentre as habilidades que o autor mostra que são imprescindíveis para quem quer atuar no quadrante D, é o de saber organizar seu tempo, suas prioridades e metas. Quando se é empregado isto não é necessário, aliás, define como uma das coisas mais árduas a se aprender é entrar e se manter no quadrante D.

Um dos benefícios, já citado em outros livros do autor, é o de pagar menos impostos quando se é dono do próprio negócio, como carros, equipamentos eletrônicos viagens etc..realmente o imposto para carro empresarial é menor do que para um carro destinado a pessoa física, outra questão interessante é que o dono da própria empresa, como bom administrador, deve mais poupar do que gastar e quem gasta mais, como produtos de uso diário, pagam mais impostos por isso.

Outros requisitos para quem quer aprender a viver no quadrante D: aprender com os próprios erros e seguir em frente, não ter medo de rejeição e timidez.

Outros itens indispensáveis, que o marketing de rede ensina:

  • Ter uma atitude de sucesso;

  • Vestir-se para o sucesso;

  • Superar medos pessoais, dúvidas e falta de confiança;

  • Superar o medo de rejeição;

  • Desenvolver habilidades de comunicação;

  • Capacidade de Lidar com Pessoas;

  • Competências de administração de tempo;

  • Habilidades de prestação de contas;

  • Estabelecimento de metas;

  • Gestão financeira;

  • Habilidades de Investimentos

O autor fecha o capítulo reafirmando que o negócio é por ele indicado há mais de dez anos, e que seus treinamentos são impagáveis a nível de entendimento de como funciona um negócio real no mundo empresarial.

CAPÍTULO 10, ATIVO 02 – Um caminho lucrativo para o desenvolvimento pessoal

O autor defende a utilização deste capítulo, como um fator intrínseco para o sucesso no sentido de que muitos daqueles que chegaram ao topo no mundo dos negócios caíram várias vezes e se soergueram, comenta que Trump, uma vez, nos negócios imobiliários, perdeu 9 bilhões de dólares a ponto de ver um mendigo na rua e saber que estava na vantagem, pois não devia nada financeiramente. O próprio autor disse uma vez ter perdido milhões de dólares na primeira companhia e, portanto, como característica pessoal, descer e subir os degraus do sucesso em alta velocidade faz parte do jogo.

Parabéns, se você leu até aqui, significa que quer realmente alcançar a melhoria financeira. Para receber gratuitamente a última parte da resenha, composta de 10 páginas, insira o e-mail abaixo, o sistema irá te enviar o restante do livro em alguns instantes.



porFernando Pinheiro

Resenha do livro Guia do Pai Rico: O negócio do sec. XXI – Parte 02

Atenção: a resenha não é um resumo, isto é, não representa uma cópia ou representação fiel da obra referenciada, são apenas comentários e observações do livro, caso queira adquirir a obra na íntegra, clicar neste link: e-book da amazon.

Ouça o áudio do livro aqui:

[…] Capítulo 4 – seus valores financeiros essenciais

O autor comenta que a questão não é trocar de quadrantes simplesmente, como trocar de endereço ou preencher um formulário, mas sim toda uma questão de mentalidade, é mudar, de certa forma, quem você é, ou no mínimo como se enxerga.

Por meio de frases chave, podemos identificar a mentalidade de cada quadrante:

Empregado: quero saber de minha segurança, quantos feriados existem no ano? onde estão as férias e recessos? ele só têm dinheiro enquanto têm horas para vender, tire suas horas e ele perde a renda.

Autônomo: sou especialista e o melhor naquilo que faço, se quer bem feito, faça você mesmo! este é o tipo de pessoa que dificilmente consegue resultados enriquecedores porque não têm habilidades de liderança, os ricos sempre estão cercados por pessoas que sabem mais que eles e mais ricas que eles, mas nem por isso deixam de ter uma personalidade cativante e angariam sucessos nos negócios por lidarem com os melhores.

Dono de empresa: quanto poderei obter de retorno anualmente? quais são os impostos que pagarei por esta atividade produtiva? os donos de empresas estão numa situação mais favorável que o empregado e autônomo, têm liberdade de tempo e dinheiro, pois o fluxo de caixa entra independentemente se estão no “serviço” ou não, podem se dedicar a outros empreendimentos, cursos e investimentos.

Investidores: qual o retorno anual deste investimento? faz parte de renda fixa ou variável? este investimento têm chance de retorno alto? investidores, seja aquele que investe em papéis, imóveis ou empreendimentos são aqueles que estão em situação tão confortável quanto o dono de empresa.

Kiyosaki afirma que o capital já foi levantado não é necessário buscá-lo, embora o autor não entre em detalhes sobre onde está este capital pronto, creio que se refira que o dinheiro, neste sentido, se refira ao crédito que está mais barato, acessível, em especial para pessoas que mantém, no mínimo, suas contas em dia.

Diz que nas suas aulas de administração os alunos o perguntam como montar empresa..ele diz que é basicamente um jogo entre clientes, investidores e trabalhadores, os últimos precisam de produzir ao menos 10 vezes mais que o custo que dão.

O autor diz que atualmente está pronto os modelos e negócios do mundo, mas precisa ter a mentalidade para operá-lo, por exemplo não adianta dar na mão de um cavaleiro um Masserati ele não se tornará um motorista ou driver só porque o dirige, ele nem mesmo irá sair do lugar, deve ter treinamento, capacitação e uma mente de um piloto para tal.

CAPÍTULO 06 – Hora de assumir o controle

O autor diz que a única coisa que podemos controlar é nossa fonte de renda, que o trabalho é um mito, porque não enriquece ninguém, dá estabilidade e consegue encher a barriga.

O autor diz que saiu da miséria para ser milionário em 4 anos, de 1985 a 1989…o trabalho árduo não enriquece ninguém… ao final do módulo, afirma que realmente ficou morando em carro para economizar e conseguir abrir seu próprio empreendimento de carteiras, tinha a tentação de ir procurar um emprego e achar uma casa, um teto para morar, mas não o fez, privou-se e logo conseguiu sucesso.

O autor chega a comentar que uma franquia é uma oportunidade menos arriscada do que abrir seu próprio negócio, mas ainda assim não é uma garantia de sucesso, mas sim uma aposta…se tiver capital para adquirir uma Subway ou Mcdonalds vá em frente mas o capital será necessário…

O autor comenta que irá apresentar o sistema de marketing de rede como um modelo de negócios interessante, que se destaca dos demais, não é como ser um advogado ou médico, os quais, sem pacientes ou clientes, a renda deixa de entrar..ou ainda um negócio como restaurante que se ninguém comprar pratos de comida ele deixa de ter a característica da renda passiva, também conhecida como renda perpétua… continua>>>

porFernando Pinheiro

Resenha do livro Guia do Pai Rico: O negócio do sec. XXI – Parte 01

Atenção: a resenha não é um resumo, isto é, não representa uma cópia ou representação fiel da obra referenciada, são apenas comentários e observações do livro, caso queira adquirir a obra na íntegra, clicar neste link: e-book da amazon.

Capítulo 1 – As regras mudaram

Ouça o áudio do livro aqui:

No livro, Kiyosaki inicia sua argumentação mostrando como as empresas e indivíduos vem falhando catastroficamente, no sentido de viverem atreladas a um pensamento e estilo de vida nos moldes da década de 50 e 60.

Por exemplo ele afirma a GM gigante na área da indústria automobilística, que chegou a pedir falência, por pouco não fechou todas as suas portas, por terem modelos de negócios jurássicos.

Só no Brasil, contando com pessoas que não têm carteira assinada, são 12 milhões de pessoas, basicamente 12% da população ativa sem emprego, (agenciadenoticias.ibge.gov.br, acessado setembro/19) e, mesmo nos estados Unidos, a maioria da população vive com menos de 3 mil dólares em suas contas bancárias, por viverem na eterna corrida dos ratos, que é trabalhar, gastar e descansar, sair de casa para o trabalho, realizar compras e voltar a rotina no dia seguinte, na esperança de que suas aposentadorias lhe trarão um futuro tranquilo.

Os sistemas de aposentadorias está totalmente obsoleto, o que realmente é um dado bem acertado de Kiyosaki, uma vez que no Brasil recentemente, em 2019 foram aprovadas leis as quais, basicamente, obrigam o trabalhador a trabalhar mais, 62 anos de idade da para a mulher e 65 anos de idade para o homem, isto é, aumentou em número de anos o tempo a se trabalhar, antes havia a possibilidade de se aposentar a qualquer tempo, dependendo do tempo de serviço apresentado, agora a idade mínima vale para todos.

Portanto, na parte introdutória, o autor mostra, por meio de dados qualitativos e quantitativos, que realmente a economia está a mudar, e que, automaticamente, novos meios de se fazer negócio e de se alcançar a liberdade e tranquilidade financeira devem ser pensados.

A questão não é a economia, a questão é você.

a melhor maneira de prever o futuro é criá-lo” Peter Drucker

Capítulo 2 O lado positivo

O autor relembra que as maiores empresas como Walt Disney e Microsoft surgiram na crise, faz a alegoria que a crise é como o inverno, que propicia o melhor momento de acender uma labareda de fogo para se esquentar da mesma forma que é o melhor momento de empreender.

Se não fosse o empreendedorismo estaríamos ainda na época das cavernas.

Antigamente, antes da era industrial, que surgiu no início do séc. XX, quando as pessoas ainda eram basicamente agrárias, vivendo e trabalhando no campo, eram empreendedoras, pois tinham de gerar sua própria renda e ainda pagavam os devidos impostos.

Agora está chegando uma era onde as pessoas devem sair do mito do emprego, estável e seguro, para voltar a empreender, para serem donas de seu próprio horário e fazer com ele o que mais gostam, seja produzir mais, estar com a família, viajar etc…

Há a afirmação de que o sistema de geração de empregados e militares surgiu pelo 1º ministro da Prússia no início do séc XIX, quando a expectativa de vida era de apenas 45 anos, então era vantajoso prometer, pelo governo, que as pessoas iriam ter renda vitalícia depois dos 65 anos. Porém, com a expectativa de vida aumentando para 85 anos, esse modelo tenderá à falência inevitavelmente.

Por isso, o melhor momento para se empreender é o agora, e para isto, basta que o leitor conheça a si mesmo e dê o primeiro passo.

Segundo a revista forbes, os ricos podem ser definidos como aqueles que ganham mais de 1 milhão de dólares por mês e os pobres, com menos de 25000 dólares por ano.

Capítulo 3 – Onde você vive?

Ao reanalisar o quadrante cashflow, o autor nos relembra que a grande maioria das pessoas passa a vida como E de empregadas, e, após um ou dois cursos de especialização, ficam doidas para se demitirem e ficarem sem chefe, no entanto, ao se tornarem autônomas, apenas passam para a responsabilidade de culpar a si próprias, e não seu chefe, e com o tormento de se verem sem tempo de férias ou ainda o temor do governo, passam para o quadrante A de Autônomas, com isso, resolveram parte do problema por chamarem a responsabilidade para si, mas ainda estão defasadas, pois seria melhor estar no quadrante D de Donas do próprio negócio, pois assim, mesmo que em férias, sabem que suas empresas continuam rendendo, que há pessoas trabalhando para eles, e, dependendo do número de funcionários ou quantidade a ser produzida, podem controlar suas receitas e despesas, isto é ter tanta autonomia quando o autônomo, sem chefes e controlando seu tempo.

Ainda assim, nenhum é tão bom quanto o I de Investidor, que têm todos os benefícios citados e cujas despesas e ônus são direcionados pelos administradores e gerentes do negócio.

Afirma que quando as pessoas querem mudar, já cansadas de seus empregos, para uma situação melhor, pensam em mudar de emprego, em vez de quadrante. Continua>>>

porFernando Pinheiro

Resenha O homen mais Rico da Babilônia – parte 03

Atenção: a resenha não é um resumo, isto é, não representa uma cópia ou análise fiel da obra referenciada, são apenas comentários e observações do livro, caso queira adquirir a obra na íntegra, clicar neste link: e-book da amazon.

[…] de construir sua própria riqueza, de fazer engordar sua própria bolsa, que dantes, a dele mesmo estivera vazia, e que havia visualizado gorda e tilintante de moedas, só depois de construída a sua própria fortuna é que passariam a ensiná-la adiante. Eis sua primeira tarefa, no tocante a não gastar mais que nove décimos – 90% – de sua renda guardando sistematicamente o restante, o que equivale a 10% em uma bolsa e retê-lo fielmente.

Disse que na sua juventude lhe incomodava muito o fato de “viver quebrado”, muitas vezes sem uma moeda sequer entre seus dedos, o que lhe deixava deprimido, via oportunidades passar diante de seus olhos e nunca podia usufruir, uma vez que nunca tinha um pequeno capital que fosse para investir. Foi quando tomara a decisão de reter este valor para consigo e assim viu verdadeiros milagres se desenvolver em sua vida, aproveitando desde o simples prazer da segurança que o dinheiro proporciona, como para o fato da obtenção da liquidez, da possibilidade de compra imediata, se quisesse, dos itens que desejava ou precisava para o momento.

Na segunda lição, controle seus gastos, Arcad faz seus alunos perceberem a real diferença que existe entre desejos e necessidades.

Comenta que as necessidades são aquelas que, independentemente do desejo dos incautos, são despesas que estes obrigatoriamente serão direcionados a gastar, como o pagamento do combustível do corpo, que é a alimentação, como a questão da moradia para aqueles que já são adultos e moram fora da casa dos pais, da vestimenta, a qual pode ser modesta e barata. Sobre os desejos, arcad disse que não há um fim, este deve ser controlado, pois os desejos humanos são infinitos e se esgotaria todas as fontes de recursos naturais da terra antes de satisfeitos todos os desejos desta espécie de criaturas humanas e mesmo ele, um rico senhor que acumulara invejável fortuna, não seria louco de satisfazer todos os desejos que lhe passam sobre a mente, limitando suas viagens, suas bebidas, limitando suas comemorações entre outros. Gerenciar da melhor forma possível estes desejos, fazemo-nos senhores de nós mesmos, capazes de formar nossa visão interior de acumular patrimônio sólido e rentável de maneira mais real, deixando de lado as quinquilharias que muitas vezes nos satisfazem na correria do dia-a-dia.

Na terceira lição, fazer o dinheiro trabalhar para si, neste episódio Arcad comenta que seu primeiro investimento tivera sido um fracasso, pois aplicou seu suado dinheiro em um negócio cujos gestores não tinham conhecimento daquilo que faziam com experiência, ou seja, aplicou em uma aventura, com apenas promessas de ganhos.

Foi somente na segunda tentativa, quando emprestou seu dinheiro a um escudeiro, o qual importava de longe o bronze a ser trabalhado, que realmente viu, ao longo de meses, seu dinheiro multiplicar, o escudeiro sempre emprestava dinheiro de alguém que tinha mais do que ele, e tinha fama de pagar seus compromissos diligentemente, assim, havia aplicado sabiamente, feito parceria com quem não só tinha conhecimento de um negócio lucrativo, mas também experiência no ramo, deixando poucas chances do negócio dar errado.

Com este exemplo disse que o capital, quando bem aplicado têm uma propriedade de multiplicar-se, como se cada moeda fosse um pequeno soldado que trabalha dia após dia para a liberdade do seu patrão.

Na quarta lição, proteja seu capital, Arcad relembra de como perdeu seu dinheiro na primeira tentativa empreendedora de fazer multiplicar seu capital, tendo, portanto, experiência e segurança em recomendar o que fazer com o dinheiro, dentre as formas que ele cita em seu curso, somado com aquelas dicas que venho lendo de diferentes fontes, podemos citar:

  • Investir em negócios cujos administradores tenham real experiência no ramo;

  • Perguntar e esclarecer dúvidas sobre dinheiro e crédito, com quem realmente o possui, não somente de quem leu sobre;

  • Proteger o patrimônio imobilizado com seguros;

  • Proteger a o patrimônio líquido como reservas de salários com pagamento de seguros profissionais, no caso de médicos, advogados, engenheiros e consultores financeiros

  • Questionar-se várias vezes se o investimento a ser aplicado têm a rentabilidade, liquidez e segurança em vista.

  • Minimizar riscos na abertura de empresas optando por franquias e modelos de negócio que já foram sucesso em diferentes partes do país ou do mundo;

Na quinta lição, tenha o seu próprio lar, Arcad comenta que os emprestadores de dinheiro louvam aquele que quer fazer tão grande sonho de possuir sua própria casa, que as mulheres tratam melhor os homens que não mais vivem pagando aluguel por sua moradia e que, na época, o rei estava com a intenção de ver suas terras povoadas de moradores satisfeitos com os próprios terrenos de sua moradia, onde os filhos das famílias pudessem brincar e as mulheres plantarem flores e seus próprios condimentos para o preparo das refeições.

Na sexta lição, seja previdente quanto à sua velhice, Arcad comenta que se apresenta um quadro muito triste quando um homem que já não conta mais com o brilho da mocidade e sua respectiva energia e atratividade, não possui rendimentos dignos de aproveitar seus últimos anos na terra.

É lei da natureza que o homem passe as fases da infância, jovialidade, adulta e depois a velhice, caso os desígnios do alto não lhe abreviem a existência, destas fases, aquela em que o homem se encontra com maior fragilidade e dependente de uma renda estável é a da velhice, portanto, sugere se preparar para esta fase.

Parabéns por ter chegado na leitura da resenha até aqui, para ler a última parte, constituída de mais 7 páginas, insira seu e-mail na caixa abaixo e o sistema lhe enviará automaticamente o arquivo:



porFernando Pinheiro

Resenha O homen mais Rico da Babilônia – parte 02

Atenção: a resenha não é um resumo, isto é, não representa uma cópia ou análise fiel da obra referenciada, são apenas comentários e observações do livro, caso queira adquirir a obra na íntegra, clicar neste link: e-book da amazon.

Depois de 2 anos, o mestre volta mais uma vez e pergunta o que o discípulo tinha feito então com os rendimentos que houvera ganhado. Este lhe respondeu que havia formado rendimentos com diversos especialistas, que o mais rentável era com o fabricante de tijolos, que lhe pagava ocasionalmente suas comissões, que desenvolvera sabiamente o hábito de poupar. Seu mestre com um cansado, mas sorridente olhar lhe parabenizou por 3 hábitos importantes:

  • Viver abaixo de suas rendas

  • Aplicar dinheiro com quem realmente sabe do que está fazendo

  • Utilizar as rendas adquiridas para construir ativos e renda perpétua.

Esta história fora contada por Arcad, que contou como havia juntado sua riqueza a um grupo de amigos.

Uns disseram que que havia sido sorte, sorte esta que refutara terminantemente ao dizer que houvera treinado por 4 anos seguidos o hábito de poupar que Alzmir reconhecesse nele não apenas um trabalhador fiel para cuidar de suas terras, mas um sócio, pois os filhos deste só pensavam em gastar e usufruir o dinheiro de forma irresponsável.

Outro disse que ele tinha sido sortudo por haver ter possibilidade de viajar longe para acompanhar seu mestre, o que ele refutara que só foi possível pela construção de um hábito diário de poupar para reconhecer e aproveitar as oportunidades quando essas aparecessem.

Para finalizar esta primeira parte, Arcad, numa palestra, com palavras sábias, reforça para o grupo de amigos que devem religiosamente separar 10% ou também chamado não menos que 1 décimo de sua renda para si mesmo, ou seja, para depósito em suas próprias economias e investir sabiamente, em algo que maximize a relação de alta rentabilidade com segurança, bem como havia os alertado de não serem muquiranas, de viverem apenas para o dinheiro, mas que este contribuísse à beleza e magnificência da vida, ou seja, que eles compartilhassem com os seus as graças da prosperidade, pois a vida é para ser vivida. O dinheiro deve trabalhar como escravo para eles e não o contrário.

Do grupo de ouvintes que escutava Arcad, formara-se praticamente 3 seções distintas, os dos zombadores, que achavam que não era necessário ou inacreditável que um rico realmente estivesse compartilhando seu sucesso financeiro, outro grupo que por falta de inteligência e perspicácia simplesmente não havia entendido o que o mestre havia falado, ficando com cara de bobos, sem entender e finalmente um terceiro e último grupo dos realmente afortunados, aqueles que compreenderam o sentido de suas palavras e se empenharam, definitiva e inexoravelmente a aprender as leis que regem o funcionamento da prata e do ouro, voltando a encontrar Arcad em outros momentos para compartilhar os progressos que haviam tido com seus conselhos.

Capítulo 02 – As 7 soluções para a falta de dinheiro

A prosperidade da babilônia se deu pela inteligência financeira de seus conterrâneos.

Certa vez chegado de uma grande viagem o rei, ao passar pelo povo e tendo notícias dele, soube que a população, em grande parte, estava vivendo com poucos rendimentos, pobre, em condições precárias economicamente, então o rei perguntou, “mas acabei de injetar milhares de liras em moeda na população, dando emprego para milhares de trabalhadores na construção de pontes e viadutos para a melhoria da qualidade de vida do meu povo”, então o súdito do rei explicou: esse dinheiro rapidamente escoou das mão do povo e foi para aqueles que sabem atrair e reter o dinheiro em suas mãos, o leite escorrera rapidamente das mãos dos pobres vindo qual ímã na mão daqueles que conhecem as leis da prata.

Nas mãos de quem? cita-me o nome de algum ou dos poucos que têm a sabedoria de fazer com que o dinheiro gere dinheiro, disse o rei, então o Arcad, um senhor de mais de 70 anos fora convidado a ministrar cursos, juntamente com discípulos, sobre a administração do erário, a fim de conscientizar a população de como o fazê-lo.

Na primeira lição, guarde 10% de toda a sua renda o homem mais rico da Babilônia disse que é dever de cada estudante o….continua>>>

porFernando Pinheiro

Resenha O homen mais Rico da Babilônia – parte 01

Atenção: a resenha não é um resumo, isto é, não representa uma cópia ou análise fiel da obra referenciada, são apenas comentários e observações do livro, caso queira adquirir a obra na íntegra, clicar neste link: e-book da amazon

O autor justifica o uso do título do livro comentando que a Babilônia, há milênios de anos atrás era um dos locais mais ricos do planeta, exibindo opulência e fartura para seus habitantes.

Mostra que, entre os principais objetivos do livro é fazer com que as carteiras de seus leitores fiquem cheias, como alternativa para fugir da pobreza e fracassos atrelados a esta condição.

Lembra que a maioria das pessoas considera um dos melhores “termômetros” do sucesso de um indivíduo, a quantidade de dinheiro que este pôde acumular ou fazer render.

O livro mostra, no início, a conversa de dois amigos, os quais estão sofrendo com a falta de dinheiro, um, ao pedir dinheiro para o outro, têm uma resposta negativa, pois haveria de ser rico se tivesse ao menos dois tostões.

No decorrer da história, percebe-se que um era músico e outro construtor de carruagens, comentam sobre sua pobreza, da falta de recursos e admiram as pessoas abastadas da época, de suas viagens, suas roupas, do consumo de iguarias, de como eles deixam suas esposas bonitas e vigorosas e acabam desejando fortemente tal experiência para eles próprios.

Comentam que, dentro da área a qual se dedicaram por muitas décadas, seja a de música ou a de construir carruagens, se deram bem, pois estavam focalizados em tal atividade, agora, disseram eles, “devemos focalizar nossa atenção em ganhar dividendos, ganhar renda que possa fluir para nossas bolsas continuamente, para ficar como a de Arcad, diga-se de passagem que era amigo de infância dos dois, mas que se tornara o homem mais rico da Babilônia”.

Estavam dispostos a aprender com ele, pois, ao mesmo tempo que este era rico, era um homem de boa educação e bom coração, não deixando de ensiná-los como a obter prosperidade.

Numa certa altura, um dos trabalhadores mantém uma transação, um serviço com um homem idoso, porém rico, procurado para que emprestasse dinheiro a terceiros, ou seja, um banqueiro dos tempos antigos. Nesta transação, o pobre trabalhador faz uma proposta: iria trabalhar a noite toda em um projeto para o rico comerciante sem cobrar nenhuma moeda, apenas se compartilhasse um dos seus segredos os quais o fizeram rico. Sem demora, este lhe responde que, por muitos anos, desenvolvera o hábito de poupar, sistematicamente, uma parte dos seus rendimentos para não gastar, somente com a finalidade de acumulação.

O homem sábio diz que cada centavo economizado é como um soldado a trabalhar para sua riqueza, deve economizar ao menos 10% de toda a renda acumulada. Se puder economize mais, mas deve fazer todas as outras obrigações como pagar suas dívidas, comer, fazer doações e dar aos Deuses.

Com as economias em reserva, ficou tentado em comprar, objetos, perfumes e iguarias, soube resfriar seus impulsos e realmente poupou 10% de toda a renda adquirida.

Após 1 ano, o mestre voltou e perguntou o que o pupilo tinha feito com as economias realizadas, este disse que tinha dado para o Oleiro, Azmu, o qual iria comprar jóias. O mestre respondeu, antecipadamente que este teria perdido o dinheiro, pois deu o dinheiro para uma pessoa que não tinha experiência no ramo.

Se quer saber de pão, pergunte a um padeiro, se quer saber de estrelas, pergunte a um astrólogo etc, e ele tinha dado dinheiro para comprar e revender joias a uma pessoa da área de olaria.

Doze meses se passaram e Algamish perguntou novamente o que o seu pupilo tinha feito com o dinheiro, mais experiente, o pupilo disse que tinha dado a um escudeiro, ou seja, um fazedor de escudos, dinheiro para compra de Bronze, para que este forjasse seus materiais, e o acordo era que, de 4 em 4 meses, ele lhe pagasse uma porcentagem sobre os escudos que houvesse construído e com as sobras teria dado uma festa e comprado um nobre tecido.

Algamish disse que este tinha feito novamente um erro, pois tinha gastado o seu dinheiro com festas e iguarias, ensinara a ele que primeiramente construísse um exército de soldados à sua liberdade financeira, para depois usufruir as benéficas das regalias a isso inerentes. Continua>>>